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População afrodescendente da América Latina II
Os afrodescendentes, que representam entre 20 e 30% da população da América Latina, experimentam níveis desproporcionais de pobreza e exclusão social, e continuam a enfrentar graves discriminações em todas as esferas. Apesar da existência de quadros jurídicos nacionais...

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Multimídia

PERU
O que significa ser afro-peruano?

15/01/2014


 
Em 2013, o Banco Mundial e o Ministério da Cultura do Peru realizaram uma série de ações para fortalecer a visibilidade da comunidade afrodescendente no Peru. Neste contexto, realizaram o vídeo intitulado "Perú es diversidad" (Peru é diversidade). Dirigido por Bibiana Melzi, a fotografia e a edição foram feitas em Hidrógeno Producciones por Carlos Paz e José Yactayo. A produtora executiva foi Celeste Paz A.

O vídeo reúne depoimentos de pessoas afro-peruanas que respondem à pergunta “o que significa ser afro-peruano?”. Alguns dizem que se sentem invisíveis em uma sociedade em que persiste o racismo e para outros protagonistas do vídeo significa fazer parte de uma cultura viva.

AMÉRICA LATINA

Imagens do Fórum Regional "Mulheres Afrodescendentes e ação política na América Latina", que teve lugar em julho de 2013, na cidade do Panamá. Organizado pelo PAAL2 com o apoio do Ministério das Relações Exteriores da Noruega, o fórum reuniu 34 mulheres de 17 países políticas afro na América Latina.

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 Publicações recentes

 

COSTA RICA
Os afrodescendentes não somos invisíveis
16/01/2014 

Compartilhamos com nossos leitores o artigo "Os afrodescendentes não somos invisíveis ", assinado por Yelgi Lavinia Verley Knight, prefeita de Siquirres, Limón, Costa Rica. O texto foi publicado em 10 de dezembro na seção Opinião de "Extra”, um dos jornais de maior circulação desse país. 

 Yelgi Verley, líder Costa-riquenha comprometida com a causa por uma inclusão social plena dos afrodescendentes,  participou do Fórum regional de reflexão estratégica: "Mulheres afrodescendentes e ação política na América Latina", organizado pelo PAAL2 (Panamá, 15-17 julho 2013).

Baixar PDF (em espanhol). 

Percepciones y autopercepciones de la población afropanameña: identidad y desarrollo (Percepções e auto percepções da população afro-panamenha: identidade e desenvolvimento)

Publicação do projeto regional PNUD "População afrodescendente da América Latina II" (PAAL2). Cidade do Conhecimento, Panamá, 2013.

Autores: a pesquisa e versão preliminar deste relatório foram realizadas pelo IPSOS TMG Panamá, enquanto a versão final foi elaborada e editada pelo projeto regional PAAL2 do PNUD.

Prólogo: Kim Bolduc, Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas no Panamá e Representante Residente do PNUD.

Este estudo qualitativo aborda a discriminação contra as pessoas afrodescendentes no Panamá e as áreas e os modos em que ocorre. É baseado nas autopercepções que a população afro-panamenha tem sobre as barreiras que impedem o seu pleno desenvolvimento e as percepções que o resto da população tem sobre este assunto.

Trata-se de uma análise abrangente da identidade afro-panamenha, que revela as situações de discriminação e os obstáculos que ainda ocorrem em diversas áreas: econômica, educacional, saúde, social e laboral. O estudo permite identificá-los como verdadeiras barreiras que impedem à população afro-panamenha o acesso a níveis de vida semelhantes aos do resto da população do Panamá. A existência destas barreiras baseadas na discriminação racial é reconhecida pela população nãoafro-panamenha consultada na investigação.

As pessoas afro-panamenhas consultadas indicaram que eles são confinados numa faixa de baixo nível de remuneração, tanto no emprego público como privado. Especialmente no caso das mulheres, que sofrem de dupla discriminação: racial e de gênero.

Os participantes afrodescendentes e os não-afrodescendentes concordaram em que o sistema educacional constitui um dos principais entraves ao desenvolvimento da população afro-panamenha. Consideram que é um resultado da invisibilizaçãodos afrodescendentes no conteúdo acadêmico e da ausência de sanções para atos de discriminação nas escolas públicas e privadas.

A população consultada também acha que os meios de comunicação são responsáveis pela divulgação de estereótipos negativos sobre os afro-panamenhos. Além disso, foi criticada a escassez de figuras afrodescendentes nos principais meios do país.
Baixar PDF (84 páginas, em Espanhol)

Situación socioeconómica y mapa político y de liderazgo de la población afrodescendiente del Uruguay (Situação socioeconômica e mapa político e da liderança da população afrodescendente do Uruguai)

Publicação do projeto regional PNUD "População afrodescendente da América Latina II" (PAAL2). Cidade do Conhecimento, Panamá, 2013.

Apresentação: Freddy Justiniano, Diretor interino, Centro Regional para América Latina e Caribe, PNUD. Prólogo: Ricardo Ehrlich, Ministro da Educação e Cultura do Uruguai.
Baixar PDF (em Espanhol)

Este livro contém dois relatórios:

I - Situação socioeconômica da população afrodescendente no Uruguai

Autores: Daniel Martínez Cué, Walter Menéndez e Sandra Cesilini, do Centro de Informações e Estudos do Uruguai (CIESU). Assistência técnica: Marisa Elba Díaz e Fanny Trylesinski.

Este relatório quantitativo tem oito capítulos, uma seção de conclusões e bibliografia. A análise estabelece que a população afro-uruguaia ainda está atrasada em termos de bem-estar e desenvolvimento: os níveis de pobreza da população afro-uruguaia dobram os respectivos níveis da população não afro-uruguaia, enquanto a taxa de indigência dos afrodescendentes triplica a do resto da população.

“Quase três em cada dez afro-uruguaios vivem em situação de pobreza. Além disso, cerca de metade deste terço reside em assentamentos informais com condições precárias de habitação, equipamento e conforto. As barreiras são maiores no caso das mulheres afrodescendentes jovens que vivem no interior do país. (…) As piores condições de vida da população afro-uruguaia obedecem a fatores que geram exclusão social (…) como são os déficits educacionais de grande parte da população desta ascendência étnica. Esses déficits restringem as suas possibilidades de acesso a bons empregos com salários justos e adequados”, diz o relatório nas suas conclusões.

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II – Mapa político e da liderança da população afrodescendente do Uruguai
 
Autores: Eduardo Bottinelli Freire, coordinador do trabalho, Nadia Mateo Simeone e Franco González Mora, Instituto Factum, Uruguai.

Este estudo é uma pesquisa inédita no Uruguai, que permite saber quantos cargos de chefia são ocupados por membros da população afro-uruguaia. Também revela as barreiras ocultas que impedem à população afrodescendente o acesso às áreas de alta responsabilidade. Esta informação é relevante porque o acesso a esses cargos está relacionado com a plena realização dos direitos civis e políticos.

Para a elaboração do relatório, foi efetuado o censo "Mapa dos afro-uruguaios em altos cargos", baseado em uma pesquisa abrangente dos altos cargos hierárquicos existentes em instituições do setor público, o setor privado e organizações da sociedade civil. Neste trabalho, a equipe de pesquisa do Instituto Factum contou com a colaboração do Instituto Nacional de Estatística (INE) do Uruguai.

Entre as principais conclusões do relatório destaca-se a reduzida presença muito de pessoas afro-uruguaias nas posições hierárquicas mais elevadas: foram identificadas apenas 51 pessoas, o equivalente a 0,8% do total de pessoas pesquisadas no censo. Há uma clara sub-representação da população afrodescendente considerando que esta constitui 7,8% da população total. A desigualdade é ainda mais evidente quando se considera a posição de CEO de empresas de médio e grande porte: neste caso, a presença de pessoas afrodescendentes se reduz para 0,2% das empresas pesquisadas. 

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MÉXICO
Perfil sociodemográfico de localidades com presença de população afro-mexicana de Oaxaca

Publicação do Instituto Nacional de Estatísticae Geografia (INEGI) do México, 2013 (136 páginas).
 
O estudo foi baseado nos resultados do Censo da População e Habitação de 2010 e nas cidades de Oaxaca que a REDE pelo Reconhecimento Constitucionaldo Povo Negro do México reconhece como assentamento histórico, social e organizacional comunitário predominantemente afrodescendente.
 
A referida REDE é composta pelas seguintes organizações: AFRICA A.C., PUMC/UNAM-Oaxaca, Púrpura A.C., Consejera Afrodescendiente de la S.A.I., SOCPINDA A.C., Asociación Cultural XQUENDA, Los Negros y sus Fandangos A.C., Radio Cimarrón, Sociedad Cooperativa de Producción Pesquera “Santa Quilama”, Grupo Cultural Costa Chica A.C., Grupo las Florecitas, Ébano-Mujeres Artesanas Afros e Unión de Cooperativas Pesqueras de Corralero, Pinotepa Nacional.
 
No financiamento da publicação participaram o governo do estado de Oaxaca e o Programa Universitário México Nação Multicultural da Universidade Nacional Autônoma do México. (PUMC-UNAM).
O documento é destinado aos órgãos institucionais dos três níveis de governo, instituições de ensino, acadêmicos e as associações integrantes da REDE.
 
 

  

Situación socioeconómica de la población afrodescendiente de Costa Rica según datos del X Censo Nacional de Población y VI de Vivienda 2011 (Situação socioeconômica dos afrodescendentes na Costa Rica de acordo com dados do X Censo Nacional de População e VI de Habitação 2011)

Autores: Luis Ángel López Ruiz y David Delgado Montaldo.
Revisão e edição: María Florencia Enghel.
Direção editorial: Silvia Beatriz García Savino.
Publicação do projeto regional PNUD "População afrodescendente da América Latina II" (PAAL2). 2013, Panamá.

Esta publicação faz parte de uma série de estudos sobre a situação socioeconômica dos afrodescendentes na América Latina, impulsionados pelo PAAL2 com o objetivo de contribuir para a formulação e implementação de políticas públicas inclusivas, não discriminatórias e focadas. A série completa está disponível em formato digital na seção "Publicações" deste sítio.

Esta é a segunda publicação do projeto sobre esta matéria na Costa Rica. A primeira, tomou em consideração os dados do censo de 2000, enquanto o presente estudo considera os dados do censo de 2011. A criação de séries históricas comparáveis ajuda a verificar o progresso feito nas condições de vida da população afrodescendente.

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Novidades

COLÔMBIA
Encontro internacional sobre avaliação e políticas públicas
26/03/14

De 18-20 setembro terá lugar em Cali, Colômbia, o encontro internacional "Avaliação e políticas públicas: uma abordagem baseada na igualdade de gênero, a diversidade e os direitos humanos", um evento internacional relevante na ocasião da declaração de 2015 como ano Internacional da avaliação (EvalPartners).

Coordenam o encontro Fabiola Amariles (REDWIM) e Victor Manuel Quintero (USC). Instituições responsáveis: Universidad Santiago de Cali (USC), Colômbia; Universidad del Valle;Pontificia Universidad Javeriana, Cali; Rede Latino-Americana de Mulheres em Gestão, WIM; ONU Mulheres, Oficina Regional de Avaliação para a América Latina; Rede Latino-Americana de Avaliação RELAC; Grupo de Gênero e Avaliação, RELAC; Núcleo de Avaliação de Políticas Públicas; Universidade de Chile, Red Vallecaucana de Políticas Públicas Territoriales.

Os interessados são convidados a participar através da apresentação de trabalhos. Prazo para a recepção de resumos: 1º de junho de 2014. Clique aqui para baixar mais informações (PDF em Espanhol).

PANAMÁ
Reunião da população afro-panamenha com candidatos presidenciais

25/03/14 

As organizações que compõem o Fórum Afropanamenho realizaram na sexta-feira na Cidade do Panamá uma reunião da comunidade afro-panamenha com os candidatos presidenciais 2014. Na ocasião, foi apresentada o "Proposta do Compromisso dos candidatos presidenciais com a integração das necessidades das comunidades afro-panamenhas na sua Agenda de Trabalho" e foi solicitada a assinatura do documento.

Clique aqui para ver a reportagem sobre a reunião da Hispan TV (em Espanhol).  

21 DE MARÇO
Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial
25/03/14

Na ocasião do Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, 21 de março, reproduzimos neste artigo algumas mensagens e iniciativas latino-americanas de adesão na data estabelecida pela Assembléia Geral das Nações Unidas para comemorar o massacre de Sharpeville, África do Sul (1960).


América Central
Através de um comunicado de imprensa divulgado no Panamá em 21 de março, a Representante Regional para a América Central do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Carmen Rosa Villa Quintana, pediu aos Estados da região tomar as medidas necessárias para eliminar atitudes, preconceitos e práticas discriminatórias que atingem particularmente aos afro-descendentes, indígenas e migrantes. Baixar PDF.

Colômbia
O Movimento Nacional pelos Direitos Humanos das Comunidades afro-colombianas CIMARRON realizou no domingo 23 de março uma grande mobilização para o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial nas ruas de Bogotá, sob o lema "A minha identidade, eu sou afro-colombiano! no próximo censo vamos ser mais!".

Com a assinatura do diretor nacional da organização CIMARRON, Juan de Dios Mosquera Mosquera, foi publicado um documento alusivo detalhando 13 iniciativas sobre as quais solicitam-se o pronunciamento, a reflexão e o compromisso dos partidos políticos, da Presidência da República, das prefeituras, da mídia, das associações empresariais, do sistema universitário, sos sindicatos e das organizações sociais. Link ao documento (em Espanhol)

Peru
A ONG LUNDU, Centro de Estudos e Promoção Afro-peruanos, emitiu em 21 de Março, um documento intitulado "“Balance de los avances y pendientes en la agenda racial peruana" (Balanço dos avanços e pendentes na agenda racial peruana), que leva a assinatura da sua presidenta Monica Carrillo Zegarra. Oferecemos aos nossos leitores o texto completo do documento. (Baixar PDF em Espanhol)

América Latina e o Caribe
A agência de notícias Inter Press Service (IPS), publicou em 20 de março o artigo de opinião " Putting an end to the racial divide” (Colocando fim à divisão racial), assinado pelo Coordenador de Governabilidade Democrática da Direção Regional de América Latina América Latina e o Caribe do PNUD, Gerardo Noto. O texto, em Inglês condensa informações valiosas sobre a situação dos afrodescendentes na América Latina.  Link ao artigo (em Inglés)

CHILE
Em Arica e Parinacota, 4,7% da população é afrodescendente
13/02/2014

Na XV Região de Arica e Parinacota, localizada no extremo norte do Chile, 4,7% da população é afrodescendente. Diversos meios de comunicação chilenos publicaram nesta semana dados preliminares da "Primeira Pesquisa de Caracterização da População Afrodescendente na Região de Arica e Parinacota (ENCAFRO)", realizada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) entre maio e novembro de 2013.

A pesquisa, cuja publicação oficial será feita em breve revelou que a população afrodescendente em Arica equivale a 8.415 pessoas (4,7% da população total). A maioria delas são mulheres e estão localizadas em áreas urbanas. Estes dados posicionam aos afrodescendentes como a segunda maioria étnica na região, depois dos Aymara.

Sobre o estudo
A cobertura geográfica do estudo incluiu áreas urbanas e rurais da província de Arica, especificamente dos municípios de Arica e Camarones. A metodologia considerou tanto a aplicação exclusiva de amostras da população em determinadas unidades geográficas (tais como quarteirões da cidade de Arica, na área urbana), como a aplicação de uma modalidade mista (amostras e censo) na área rural desse território.

O estudo foi desenvolvido no âmbito de um acordo de cooperação assinado entre a Prefeitura Regional de Arica e Parinacota, o Instituto Nacional de Estatística (INE) e Organizações Não-Governamentais (ONGs) afrodescendentes  da região.

Durante uma década, a iniciativa foi impulsionada por várias organizações afro chilenas: Oro Negro, Lumbanga, Arica Negro, hoje agrupadas na ONG “Alianza Afrodescendiente”, presidida por Marta Salgado.

Ver o infográfico publicado no artigo Censo Afro en Arica: Hito histórico en el reconocimiento de sus derechos políticos, assinado pela jornalista Leyla Noriega Zegarra (El Morocotudo, 11/02/2014).

Baixar Apresentação de Resultados ENCAFRO (INE). PDF em Espanhol.

Mais informações no site do INE.

Veja também: Encuesta reconoce a los afrodescendientes como la segunda etnia mayoritaria en Arica (Diario UdeChile, 11/02/14).

PERU
Jovens líderes afro-peruanos são capacitados em Direitos Humanos

15/01/2014 


Durante o mês de janeiro, 40 jovens líderes afro-peruanos de 4 províncias do departamento de Ica (Chincha, Ica, Nazca e Pisco), Peru, compartilham nas suas comunidades as questões, experiências e conhecimentos adquiridos na Escola de Formação de Jovens Líderes Afrodescendentes em Direitos Humanos da Região Ica.

Inaugurada no dia 6 de dezembro de 2013, na cidade de Chincha, a Escola é uma iniciativa da Associação Negra para a Defesa e Promoção dos Direitos Humanos (ASONEDH), em coordenação com Ashanti Peru, Rede Peruana de Jovens Afrodescendentes, para a promoção e observância dos direitos humanos e da democracia participativa através do protagonismo da juventude.

Para mais informações, visite o site da escola.
Veja vídeo da escola no YouTube.

PANAMÁ
Relatórios sobre racismo na primeira página do jornal La Prensa
16/12/2013 
 
“Racismo, barrera para el progreso”(Racismo, barreira ao progresso), um artigo sobre o racismo no Panamá foi título principal na capa do domingo passado (15/12/2013) do jornal panamenho La Prensa.
 
O artigo contém um resumo das informações desenvolvidas em um texto mais extenso também publicado na mesma edição: “Informes de Organizaciones Internacionales. Exclusión racial en Panamá” (Relatórios de organizações internacionais. Exclusão racial no Panamá).
 
Ambos os artigos são assinados por Didier Hernan Gil Gil e baseiam-se no estudo "Percepções e auto-percepções da população afro-panamenha: identidade e desenvolvimento" recentemente apresentado pelo projeto regional PNUD "População afrodescendente da América Latina II" (PAAL2) e em outro relatório produzido pelo Escritório Regional do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).
 
O jornal La Prensa é o principal meio de formação de opinião do Panamá, com uma circulação média diária de mais de 42 mil cópias e quase 18 mil assinantes. Estima-se que mais de meio milhão de pessoas lê-lo pelo menos uma vez por semana.
 
Para ver o texto completo dos dois artigos na edição online do jornal La Prensa, clique nos links abaixo (apenas en Espanhol):

PANAMÁ
Estud
o: população afro-panamenha percebe discriminação no seu país
04/12/2013

“Percepções e auto percepções da população afro-panamenha: identidade e desenvolvimento”, um estudo qualitativo publicado pelo projeto regional PNUD “População afrodescendente da América Latina II" (PAAL2), confirma, na opinião de informantes membros das populações afrodescendente e não afrodescendente, a existência de discriminação racial no Panamá e detalha as principais barreiras que impedem os afro-panamenhos acessar níveis de vida semelhantes aos do resto da população do país, com a exceção das da população indígena vidas povo indígenas.
 
Na oficina de apresentação da publicação, que teve lugar na Cidade do Conhecimento, participaram mais de 40 pessoas, a maioria delas representantes da população afro-panamenha. A mesa inaugural foi composta por Niurka del C. Palacio U., Vice Ministra de Desenvolvimento Social do Panamá; Freddy Justiniano, Diretor atuante do Centro Regional para a América Latina e o Caribe do PNUD e Fernando Hiraldo, Representante Residente a.i. do PNUD Panamá.
 
Após a introdução feita por Silvia B. García Savino, coordenadora do projeto PAAL2, Ruben Garrido, Diretor Executivo da IPSOS-TMG Panamá, empresa que desenvolveu o estudo encomendado pelo PNUD,  explicou aspectos metodológicos da pesquisa qualitativa e resumiu as suas principais conclusões. Como comentador convidado, participou o sociólogo e escritor afro-panameño Gerardo Maloney.

Feedback dos participantes da oficina

Além de fazer elogios e críticas ao estudo, os participantes da oficina solicitaram outra reunião, em Janeiro ou Fevereiro 2014 - com o objetivo  de construir uma agenda afrodescendiente do Panamá, com base no estudo apresentado. A proposta foi aceita e a equipe do projeto PAAL2 vai começar a programar a reunião em Janeiro.
 
Para mais informações leia a resenha do livro em "Publicações" e / ou faça o download do arquivo PDF com o texto completo do documento.
Impacto na mídia
 
A apresentação da publicação foi amplamente coberta pela mídia do Panamá e da região. Eis algumas notícias publicadas: Veja a lista completa de notícias e mais fotos

URUGUAI
Nova publicação revela situação da população afro-uruguaia
01/10/2013

Epgrafe: Beatriz Ramirez e Edgardo Ortuo, dois membros da populao afro-uruguaia em altos cargos do governo (foto: AdhocJavier Calvelo para Portal 180).Com a participação de 51 pessoas, incluindo altos funcionários do governo, membros da academia e representantes da população afro-uruguaia, realizou-se na quinta-feira 28 de novembro na sede do PNUD em Montevidéu a oficina de apresentação do livro "Situação socioeconômica e mapa político e da liderança da população afrodescendente do Uruguai”, publicado pelo projeto regional PNUD "População afrodescendente da América Latina II" (PAAL2). 
 
O evento começou com painel formado por Aldo García, Representante Residente Adjunto do PNUD; Oscar Gómez, Vice Ministro da Educação e Cultura; Edgardo Ortuño, Vice Ministro da Indústria, Energia e Mineração, e Silvia Beatriz García Savino, Coordenadora do PAAL2. Mais...

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